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Dia do Fisioterapeuta

O Dia do Fisioterapeuta foi comemorado de forma especial na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. Na manhã desta terça-feira, 13 de outubro, o curso de Fisioterapia promoveu uma série de atividades que reuniu estudantes, professores, ligas acadêmicas e profissionais convidados na Unidade Acadêmica Cabula.

A programação, que trouxe como temática central a Fisioterapia Musculoesquelética, contou com duas conferências com os fisioterapeutas convidados Aline Mendonça, que abordou o tema “Pilates: Movimento Inteligente” e Alberto Silveira, que falou sobre os “Princípios dos Tratamentos Morfológicos e Lesionais em RPG Souchard” e, na sequência, realizou o workshop “Vivenciando a técnica RPG Souchard” que contou com a monitora das ex-alunas da Bahiana e atuais professoras licenciadas pela RPG Souchard Débora Pereira, Tarsila Secco e Sandra Porciúncula.

“O Dia do Fisioterapeuta é uma data que deve ser comemorada pelo profissional e pelo estudante e este é um evento que fazemos sempre com a participação maciça dos estudantes e queremos que eles não só venham assistir, mas que, também, possam fazer alguma coisa ativamente, que se sintam parte do processo. Então, o evento vem crescendo muito e, este ano, a gente não abriu para o público externo, pois a demanda interna foi enorme”, declara a coordenadora do curso de Fisioterapia, Prof.ª Luciana Bilitário.
Ela conta que a escolha do tema visou mostrar aos estudantes outros caminhos em que a fisioterapia pode ser explorada. “O RPG e o Pilates são técnicas muito trabalhadas dentro da fisioterapia e ortotraumatologia, mas são instrumentos globais, você trabalha em qualquer área com essas formações, lógico que dentro de limites, de avaliações de coisas muito específicas que somente um profissional formado vai orientar, mas que trabalham a globalidade do corpo. Então, estamos nesse momento de ver essa estrutura muscoloesquelética como um todo, independentemente da especialidade”.

“É sempre um grande prazer estar na Bahiana, me formei aqui e voltar e poder contribuir com meu conhecimento para que os fisioterapeutas daqui possam sair com uma informação melhor é fundamental. Juntamente com a coordenação do curso, buscamos diferentes abordagens do que a fisioterapia moderna está podendo oferecer para eles com o objetivo de formar profissionais melhores e dar à população, uma condição de saúde que a gente não tem”, disse o Prof. Alberto Silveira.

Como ponto alto, ele destacou a realização da vivência proporcionada no workshop. “Foi muito interessante para nós porque não só a palestra, que é a questão teórica, mas, sobretudo, quando fomos lá para baixo e fizemos a vivência, cada um experimentando no próprio corpo porque é o que dizemos: o músculo tem memória. Então, se fazemos um trabalho desse, eles sentem na própria pele, podem dimensionar a sua importância e como ele pode melhorar a qualidade de vida dos nosso pacientes”.

“O que mais gosto nesses encontros é a dinâmica, o intervalo entre a parte teórica e a vivência. A Mostra Científica da Bahiana é muito boa justamente por isso. Dessa vez, a programação do Dia do Fisioterapeuta da Bahiana trouxe essa característica de vivência, também, que é o que mais motiva os alunos, essa casadinha entre as duas experiências”, relatou a estudante do 8º semestre de Fisioterapia, Lidiane Acácio.

A programação contou, ainda, com oficinas práticas realizadas por ligas acadêmicas. Os cuidados com o paciente neonatal em UTI foi o foco na participação da Liga Acadêmica de Neomatologia e Pediatria (LANEP). A professora coordenadora da liga, Kelly Roberta Souza Andrade Caria, relata que, com a oficina, os estudantes têm a possibilidade de entrar em contato com um conteúdo que só verão no fim do curso “esse momento é importantíssimo, pois já vai dando para eles uma ideia do que é a realidade, o que o futuro espera, o mercado em relação a essa área”.
A professora Kelly conta que a LANEP surgiu no primeiro semestre de 2015 por uma solicitação dos próprios alunos. “Temos participado de alguns eventos da faculdade, mas sempre com cunho social. Participamos de ações em escolas da rede municipal de Salvador onde damos orientações em relação a acidentes que podem acontecer na infância. Tivemos agora na Mostra Científica da Bahiana oficinas com crianças da rede pública de Salvador e passamos para elas os cuidados que tem que ter em relação a choque elétrico, queimaduras, afogamento, cuidados de trânsito, porque são crianças com um nível social mais baixo e ficam mais vulnerareis, pois ficam sós em casa e os pais saem para trabalhar”.

Outra liga recém-criada e que participou da programação com oficinas foi a Liga Acadêmica de Saúde da Mulher. “Hoje resolvemos falar sobre uroginecologia, vai ser algo bem prático, então elas vão poder vivenciar colocação de eletrodo em um protótipo como se fosse uma paciente, vamos mostrar o feedback de “eletromiografia”, feedback de pressão, exercícios corporais com bola suíça, reconhecimento do assoalho pélvico e sobre as disfunções para que saibam um pouco sobre a aplicação dessa fisioterapia”, relatou a professora coordenadora da LASME, Maria Luísa Veiga.

Também realizaram oficinas as ligas acadêmicas Baiana para Estudo da Dor (LABED), de Dermato Funcional (LADEF) e de Fisioterapia em Ortopedia e Esporte (LAFORTE).



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