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Novos da Bahiana 2018.2
 “Eu escolhi a Bahiana por sua abordagem de saúde, uma abordagem mais humanizada e porque é uma instituição reconhecida. Eu gostei do evento, pois conhecemos os coordenadores dos cursos, pudemos refletir, mais uma vez, sobre a importância da escolha da profissão, a importância de a gente cuidar do outro e ter isso como característica pessoal, porque senão não tem como você seguir a profissão de saúde, se você não tiver essa paixão de cuidar do outro”, relata Ana Carolina Araújo, caloura de Psicologia, que esteve presente no Novos da Bahiana 2018.2, e que, neste semestre, apresentou a temática “A cultura do cuidado: a arte como um caminho”, no dia 26 de julho, no Campus Cabula da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública.
 
A coordenadora de Desenvolvimento de Pessoas, Luiza Ribeiro, realizou a abertura do evento contando um pouco da história da Bahiana, uma instituição com 66 anos, que preza pelo aperfeiçoamento constante e busca transformar pessoas por meio da educação, para que, assim, elas possam transformar seus ambientes.
 
O encontro foi organizado pelo Núcleo de Atenção Psicopedagógica (NAPP) e contou com a presença dos coordenadores dos cursos de Medicina, Dra. Ana Verônica Mascarenhas Batista, de Biomedicina, prof. Geraldo Argolo, de Educação Física, prof. Clárcson Plácido, de Fisioterapia, prof.ª Luciana Bilitário, de Odontologia, prof. Urbino Tunes, de Psicologia, prof.ª Sylvia Barreto e de Enfermagem, prof.ª Simone Cardoso Passos, do qual é coordenadora interina.
 
Os coordenadores deram boas-vindas aos novos alunos, discursaram sobre o que cada curso tem a oferecer, os projetos extracurriculares que a instituição disponibiliza para seus discentes e sobre como o ingresso no curso de graduação é o início de um ciclo repleto de possibilidades de crescimento.
 
“A recepção dos calouros é um momento ímpar porque, como os coordenadores dos cursos disseram, é um momento de renovação, uma geração nova que entra, que instiga a gente a estar atualizado. Uma iniciativa muito bem-feita pelo NAPP e programada pelos coordenadores”, afirma Luiza Ribeiro, que destacou a presença de pilares como arte, alegria e informação. “Isso tudo gera um efeito positivo para o calouro, que ecoa nas famílias. A semana do calouro é uma porta que se abre de uma forma mais definitiva, pois, apesar de eles já terem passado pelo processo seletivo, quando sentam aqui e conhecem as pessoas, sentem o clima, e isso faz com que a nova jornada se inicie energizada. O evento revela, sobretudo, o acolhimento e a receptividade que a Escola Bahiana tem com todos que aqui chegam e, principalmente, com os nossos alunos”, conclui.
 
Maria Angélica Mendes, coordenadora do NAPP, explica que a semana do calouro na Bahiana marca o início da vida adulta para muitos dos novos alunos da instituição, “é quando os jovens começam a se responsabilizar sobre as escolhas deles e sobre quem eles querem ser. A Bahiana, quando oferece esse espaço, é muito feliz. Aqui, a gente apresenta a perspectiva da instituição sobre a educação. Os professores apresentam os cursos, a estrutura da grade. O que se vê é uma aliança que vai se formando entre os estudantes e a instituição. Isso fortalece também os laços que eles criam ao longo do período acadêmico. É a integração que queremos plantar desde o início”.
 
O Novos da Bahiana 2018.2 contou com a apresentação da banda Cruz e os Credos, formada apenas por estudantes, que compartilharam suas experiências enquanto graduandos e como a arte os ajudou a superar os desafios encontrados na caminhada universitária. A caloura de Medicina, Isabela Duarte, declarou o quanto esse momento significou para ela: “É muito legal estar aqui, ter isso reconhecido pela instituição, num evento como esse, de recepção para a gente e, também, perceber que as dificuldades todas da vida, como os meninos que se apresentaram falaram, podem ser superadas pela arte, por um jeito sensível de ver a vida”, relatou a estudante.
 
O vocalista da banda, Kaio Cruz, que está no 10º semestre do curso de Medicina, descreve sobre o prestígio de participar e colaborar com esse encontro: “É um prazer enorme, porque eu tenho consciência da grandiosidade desse evento. De você, logo no primeiro dia, trazer, como tema, a humanização da saúde para os calouros. A formação médica tem um potencial muito grande de desumanizar o estudante, porque retira dele a empatia, pois a gente vê sofrimento e a morte o tempo todo. Isso causa muitos transtornos na vida do aluno. Então, chegar aqui e falar para os calouros sobre a importância de manter a humanidade dentro de você, isso é uma iluminação”, declara o discente.
 
Diversos projetos da Bahiana foram apresentados aos novos estudantes durante o evento, entre eles: o Núcleo de Atenção Individualizada, que oferece suporte no dia a dia dos estudantes; o Núcleo de Relacionamento Institucional – RELACI que, além de ser responsável por ações, como o ‘Bahiana por um dia’, funciona como ouvidoria para denúncias de trote – prática à qual a Bahiana é contrária – as denúncias podem ser feitas de forma anônima; o Núcleo de Atividade Física, Esporte e Lazer com foco em práticas corporais, sob a coordenação do professor Paulo Rodrigo Santos; o projeto Bahianescer, realizado com os jovens da comunidade de Mata Escura e citado pela prof.ª Simone Cardoso Passos; e o Núcleo Comum, criado para integrar as práticas dos demais núcleos, que foi mostrado pela professora do curso de Fisioterapia Luciana Oliveira.


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