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XX Ciência com Acarajé
Estudantes de diversas instituições, professores e profissionais da área de saúde puderam desfrutar do famoso acarajé oferecido pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública na XX Ciência com Acarajé – Organoides: os miniórgãos criados em laboratório. O evento aconteceu no dia 27 de setembro, das 18h às 21h, no Auditório II, Campus Cabula.

O encontro, aberto ao público, teve o objetivo de compartilhar ideias de forma descontraída, visando popularizar a ciência e debater pensamentos. Por isso, as palestras abrangeram temas atuais e de grande relevância para os cenários brasileiro e mundial. A coordenação ficou por conta do professor doutor em Química, Sidney Carlos de Jesus Santana, em parceria com o Programa de Educação Tutorial de Biomedicina – PET.

Sidney explicou que a iniciativa já faz parte da rotina do PET Biomedicina, sendo esse um dos projetos mais antigos do curso e que vem sendo ampliado a cada edição: “Fizemos um brainstorm com ideias sugeridas por professores e acadêmicos. Em seguida, realizamos uma votação por meio das redes sociais. Assim, a proposta mais votada foi a escolhida”.

Nessa 20ª edição do Ciência com Acarajé, dois palestrantes participaram: o biólogo com modalidade médica, Bruno Diaz Paredes, que atualmente trabalha como pesquisador no Centro de Biotecnologia e Terapia Celular (CBTC), do Hospital São Rafael, e tem experiência na área de biomedicina, com ênfase em cardiopatias, hepatopatias e célula-tronco adultas e pluripotentes; e a mestranda Gabriela Louise Sampaio, também do CBTC, que atua na área de patologia humana e experimental.
 
Para o professor Sidney, temas como esse ajudam os acadêmicos a conhecerem o que existe de tecnologia e como a inovação “de ponta” vem ocorrendo nos Centros de Pesquisa da Bahia. A partir dessa proposta, é possível estimular a curiosidade dos alunos das diversas áreas da saúde, capacitando-os para serem futuros pesquisadores, comprometidos em salvar ou prolongar a vida humana. Quanto ao tema abordado, Sidney Santana destaca que o intuito é buscar respostas em relação a diversas doenças relacionadas ao ser humano, bem como conquistar avanços na área da medicina regenerativa.

“Os organoides suprem a necessidade de se fazer testes mais confiáveis e mais eficazes. São utilizadas culturas bidimensionais e células integradas. Tudo isso é interessante para a indústria, pois reduz custos para a sociedade, uma vez que não será preciso utilizar animais, e para as pessoas, já que se torna mais seguro por se tratar de uma tecnologia com células humanas”, evidencia Gabriela Sampaio que pontuou a satisfação em poder conversar, de forma informal, sobre um assunto inovador.

Para Bruno, o evento foi superinteressante e deve ser realizado com frequência, pois permite que os profissionais e estudantes da área divulguem seus trabalhos, recebendo feedbacks. “Acredito que iniciativas como essa proporcionam aos alunos pesquisadores um estímulo para o desenvolvimento de pesquisas, não só na Bahia como também em outros estados e fora do Brasil”.

Juliana Almeida, 4º semestre de Biomedicina e membro do PET, considera o Ciência com Acarajé importante por proporcionar a imersão dos professores e alunos nas novas tendências da saúde. E foi pela temática contemporânea, que a estudante de Biomedicina do 6º semestre da UNIFACS, Letícia Moura, se encantou pelo encontro: “é incrível termos um mecanismo que nos possibilite estudar doenças, novas drogas e o funcionamento do organismo humano. É muito significativo que a Bahiana se preocupe com questões tão atuais. Abrir esse espaço para alunos que não são da casa é muito positivo, pois abrange colegas de outras instituições”.


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