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Novos da Bahiana 2013.1

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Entre algumas de suas mágicas invenções, o homem, ao longo do tempo, bem que poderia ter criado um “expectativômetro” para medir o nível de empolgação de uma pessoa diante de uma situação nova. Imaginemos, então, que na última sexta-feira (25), houvesse um aparelho desses na Unidade Acadêmica Cabula, quando foi realizada uma calorosa recepção aos Novos da Bahiana. Com certeza ele teria atingido o nível mais alto de sua escala de expectativas.

É que, além de serem acolhidos pela diretora da Bahiana, Dra. Maria Luisa Carvalho Soliani, pela coordenadora de Desenvolvimento de Pessoas, Prof.ª Luiza Ribeiro, pela coordenadora do Núcleo de Atenção Psicopedagógica (NAPP), Maria Angélica Godinho Mendes de Abreu e pelos coordenadores de cada curso, os novos integrantes da comunidade Bahiana foram convidados pelo professor de Filosofia da UFBA, Dr. Saja Ramos a refletir e filosofar sobre o tema: “Época de Mudança – Mudança de Época. Uma outra ordem é possível”.

Entre citações de importantes pensadores do século XX como o geógrafo baiano Milton Santos e o filósofo e teórico esloveno Slavoj Zizek, Prof. Saja chamou a atenção de sua plateia para a libertação promovida pelo conhecimento, como alardeou, “a sala de aula não é uma cela”! E foi além, convidando todos a filosofar com o que ele denomina “Provocações da Contemporaneidade”. Entre os questionamentos que disparou para os presentes: O que é que estou fazendo com a minha única vida? O que é que estou fazendo com a única vida das pessoas que passam pela minha única vida? O que é que eu estou deixando que os outros façam da minha única vida? Por que eu não consigo abrir mão daquilo que me faz sofrer?

Para o calouro de Enfermagem, Marcus Vinícius Carvalho Figueredo, de 28 anos, a resposta estava na ponta da língua: “estou tentando entrar aqui há um ano e meio. É uma decisão minha porque já cheguei a cursar Educação Física e estou vindo de outra instituição, onde estava cursando Enfermagem”. Se a pergunta para Marcus fosse O que é que estou fazendo com a única vida das pessoas que passam pela minha única vida? A resposta seria “entre os motivos que me levaram a querer Enfermagem na Bahiana são ações como o programa Anjos da Enfermagem e, inclusive, sou voluntário na Casa da Criança com Câncer”, conta.

Para a nova estudante do curso de Fisioterapia, Ananda Nacif, de 18 anos, a expectativa é grande. Entre os motivos da escolha pela Bahiana ela destaca “a forma como a instituição trata o estudante, com respeito; a questão de valorizar as artes; os programas sociais... Eu sinto minha vida acadêmica começando agora”, declara.

Mas ela diz que o sucesso não é só responsabilidade da instituição. “É obvio que a faculdade ajuda muito, mas você tem que estar bem com você, senão não se desenvolve”, filosofa.

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