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Cadeirata chama a atenção para a Esclerose Lateral Amiotrófica

Realizado no dia 16 de junho, evento contou com o apoio da Bahiana.
05/07/2019


Cadeirata chama a atenção para a Esclerose Lateral Amiotrófica

Realizado no dia 16 de junho, evento contou com o apoio da Bahiana.

A Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública foi uma das instituições que prestou apoio à 2ª Caminhada e Cadeirata de Conscientização sobre a Esclerose Lateral Amiotrófica que aconteceu no dia 16 de junho, às 10h, em 8 cidades do Brasil. Em Salvador, a ação foi realizada na Avenida Professor Magalhães Neto e promovida pela Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica – ABrELA, entidade da sociedade civil, sem fins lucrativos, com o objetivo de informar a população sobre esta doença degenerativa. 

As professoras da equipe multiprofissional do Ambulatório de Neurociências, Marilaine Ferreira (enfermagem), Vânia Powel (psicologia) e Marcela Câmara (medicina), e as colaboradoras Mariana Castro (fisioterapia) e Ívina Menezes (fonoaudiologia) representaram a Bahiana no evento.  Quanto à importância da participação da instituição, a professora Marilaine destacou que a Bahiana Saúde trabalha para atender, de forma acolhedora e eficiente, os pacientes com doenças raras, por isso, “participar da ação de conscientização foi de fundamental importância, uma vez que a doença provoca um grande impacto no cotidiano e na qualidade de vida de portadores e familiares”. Ela explica ainda como se deu o apoio: “Foi a segunda caminhada nacional, mas a primeira que a Bahiana participa, já dando total suporte para a organização. Por meio do apoio da instituição, foi possível viabilizar o espaço e as autorizações para a realização da ação”, acrescenta.

 
      


A ELA

A ELA acomete o sistema nervoso e provoca paralisia motora progressiva, irreversível, de maneira limitante. Além disso, segundo a Organização Mundial da Saúde, são registrados um ou dois casos em cada cem mil pessoas por ano, no mundo, sendo os homens, entre 50 e 54 anos, mais atingidos do que as mulheres. A doença ficou conhecida em 2014, graças ao desafio do “Balde de Gelo", uma campanha divulgada nas redes sociais, na qual famosos e anônimos participaram com o intuito de arrecadar fundos para pesquisa e ajudar pacientes com a patologia.

 

 

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