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História de 60 anos da Bahiana marca recepção aos calouros

Em clima de festa, novos estudantes são recebidos na Unidade Acadêmica Cabula

31/01/2012


História de 60 anos da Bahiana marca recepção aos calouros

Em clima de festa, novos estudantes são recebidos na Unidade Acadêmica Cabula

Mais uma calorosa recepção aos novos estudantes da Bahiana aconteceu nesta segunda-feira, 30 de janeiro, na Unidade Acadêmica Cabula. Guiados pelo tema Construindo Pontes, mais de 200 alunos participaram do encontro quando puderam conhecer um pouco mais da história da instituição, a equipe de profissionais que irá atendê-los, entre professores, coordenadores de curso, colaboradores da supervisão pedagógica e do Núcleo de Atenção Psicopedagógico (NAPP), equipes de setores diversos, a exemplo do Centro de Desenvolvimento de Tecnologias Educacionais (CEDETE), Núcleo de Comunicação e Marketing (NUCOM) e Núcleo de Relacionamento Institucional (RELACI).

A gestora do NAPP, Prof.ª Angélica Mendes, iniciou a manhã explicando o significado e a importância da ponte na construção do indivíduo contemporâneo. Em seguida, os novos bahianos foram acolhidos com música, numa sublime apresentação do Coral da Bahiana. O encontro contou com a presença da diretora da Bahiana, Prof.ª Dr.ª Maria Luisa Carvalho Soliani, da coordenadora de Desenvolvimento de Pessoas, Luiza Ribeiro, dos coordenadores de curso Prof. Geraldo Ferraro (Biomedicina), Prof. Urbino Tunes (Odontologia), Prof.ª Marta Menezes (Medicina), Prof.ª Mônica Daltro (Psicologia), Prof.ª Roseny Ferreira (Fisioterapia) e Prof.ª Carolina Pedroza, representando a coordenadora Prof.ª Maria de Lourdes de Freitas Gomas (Enfermagem).

Durante a primeira parte do encontro, realizada no Auditório do Centro de Convenções, a coordenadora de Desenvolvimento de Pessoas Prof.ª Luiza apresentou toda a equipe, oportunidade muito apreciada pelos novos alunos da Escola. “Esse encontro é mais uma inovação da Bahiana. Às vezes, tem gente que acha que não é necessário, mas eu acho que é muito importante porque você já entra conhecendo a mentalidade do curso. É também legal, pois a gente quebra aquele clima dos estudos intensos do período que antecedeu ao vestibular. Eu gostei muito de conhecer quem vai assistir a gente”, disse o estudante Leonardo Matthew, 24 anos, calouro de Medicina.

Na ocasião, os estudantes puderam conhecer também o gestor do CEDETE, Prof. Antonio Carlos Costa, a coordenadora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Prof.ª Dr.ª Kátia Sá e o coordenador de Administração e Finanças, Emanoel Olimpio Alves de Souza. Além dos novos alunos, pais também estiveram presentes no encontro que contou com um vídeo, apresentando toda a equipe institucional.

Bahiana 60 anos

“Há 60 anos, estamos nos construindo e reconstruindo num movimento de mudança contínua. Heráclito dizia que a única coisa permanente que existe é a mudança”, declarou a Prof.ª Dr.ª Maria Luisa Carvalho Soliani, em suas palavras de boas-vindas. Ela ressaltou ainda que “o foco da Escola não é a simples formação do profissional, mas a formação do adulto jovem. Assim, atuamos no processo de formação de pessoas comprometidas com o coletivo, com a responsabilidade com as pessoas que vão cuidar e que vão lidar ao longo de suas vidas”.

Os 60 anos da Bahiana contam como um importante diferencial, segundo a caloura de Medicina, Larissa Balbi Ataídes. “Eu acho que conseguir viver há tanto tempo com um nome e reconhecimento como tem a Bahiana é uma grande conquista. Trata-se de uma Escola de qualidade que vem formando profissionais em diversos ramos da saúde”, parabeniza.

PROSEF

Outro ponto levantado pelos calouros foi o Processo Seletivo Formativo (PROSEF). Mais do que gostar, o PROSEF foi decisivo na vida de Thais Almeida Cruz Azevedo. A jovem de 19 anos optou por Odontologia graças à vivência realizada durante a seleção. “Eu decidi fazer Odontologia por causa das atividades da vivência. Eu vim fazer o vestibular por fazer, pois tinha feito para Medicina e não havia sido aprovada. Mas a vivência me fez ver que não existe só Medicina na área de saúde e, de repente, me vi fazendo outra coisa e sendo muito feliz”, conta. O formato do PROSEF da Bahiana também ajudou a estudante Cristiane Almeida, de 33 anos, aprovada para o curso de Biomedicina. “Com a vivência, pude entender melhor a atuação do biomédico. Eu acredito que essas atividades ajudam, tanto na atuação como na formação do profissional”, diz.

Tanto o Processo Seletivo Formativo como a recepção de hoje foram muito importantes. Pudemos sentir o clima de alegria e aproximação. Eu realmente gostei bastante”, disse, do alto de seus dois metros, o novo aluno de Fisioterapia, Rafael da Anunciação Rodrigues, 18 anos. “Eu achei o processo seletivo muito bacana porque pude conhecer a coordenadora de meu curso que falou como tudo funciona, falou da parte de pesquisa. Também pudemos conhecer colegas e professores. Achei muito importante esse primeiro contato”, conta Gabriele Correia, 19 anos, caloura de Psicologia.

Houve também quem não pôde participar do PROSEF e teve, na recepção aos calouros, o primeiro contato com a instituição, momento não menos importante. “Eu perdi a hora da prova e fiquei muito triste. Achei que já tinha perdido a oportunidade. Mas abriram as vagas para ingresso via Enem e minha mãe me inscreveu sem que eu soubesse. Para minha surpresa, fui selecionada e hoje estou aqui, quem conta a história é Trasila Santos. Com apenas 17 anos, ela é a mais nova bahiana do curso de Enfermagem.

A prof.ª Luiza Ribeiro também destacou o apoio contínuo que os alunos recebem ao longo de todo o curso com a atuação das supervisões pedagógicas de cada curso e do NAPP. “O aluno da Bahiana pode nos procurar caso deseje discutir qualquer aspecto da sua formação”.

O evento contou com a participação do Mestre em Educação José Carlos Rego, carinhosamente conhecido como Mestre Pinduca,  descrevendo a manifestação popular conhecida como Chegança. A partir dela, foi desenvolvida uma atividade baseada nas Festas de Marujos, “uma maneira de fazer pontes simbólicas”, conforme relacionou o mestre.

Os estudantes, divididos em grupos, ensaiaram e realizaram uma encenação com instrumentos musicais, indumentárias e muito ritmo, finalizando, assim, esse primeiro momento de recepção da Bahiana aos seus calouros.

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