Pesquisa e Inovação

Programas de residência da Bahiana têm aulas inaugurais

Encontros aconteceram nos dias 21 de fevereiro e 6 de março, no Campus Brotas.

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Acadêmicos dos programas de residências multiprofissionais e uniprofissional da Bahiana participaram, nos dias 21 de fevereiro e 6 de março, de encontros nos quais foram realizadas apresentações institucionais da Bahiana. Participaram do encontro do dia 21 de fevereiro, estudantes do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade, momento no qual foram apresentados Trabalhos de Conclusão de Curso dos residentes concluintes. O encontro do dia 6 de março reuniu estudantes dos Programas Multiprofissionais em Clínica da Pessoa e da Família e em Atenção à Saúde da Pessoa Idosa e do Programa Uniprofissional em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial.

"Quando entrei na faculdade, eu conheci muitas teorias sobre perdas e lutos. E essa área sempre me interessou muito, porque a área hospitalar trabalha com esse campo. Inicialmente, eu pensei em fazer uma pós-graduação em Psicologia Hospitalar para trabalhar com isso, mas surgiu a oportunidade de fazer o Enare (Exame Nacional de Residência) e eu decidi fazer e fui aprovada. Escolhi a Bahiana por ser no Hospital Irmã Dulce, por trabalhar com a saúde da pessoa idosa. E estou muito feliz e realizada de estar aqui, porque a Bahiana é uma referência de pós-graduação", declarou a psicóloga residente Ana Carolina Mineiro Souza. Participam das turmas de residências multiprofissionais acadêmicos graduados em Psicologia, Fisioterapia e Enfermagem e do programa uniprofissional, graduados em Odontologia.

Para o enfermeiro Jefferson Pereira Santos, que já atua como cuidador de idosos, o programa de residência era um sonho. "Um programa de residência traz conhecimentos muito aprofundados. O estudante tem uma imersão muito profunda no campo de atuação. Para mim, é um sonho que se realiza", disse o residente. A Supervisora Pedagógica da Pós-Graduação Lato Sensu da Bahiana, Denise Dib, explica que a recepção aos novos residentes é preparada com muito cainho e atenção. "Entendemos que nosso olhar deve ser muito cuidadoso porque a carga horária de 60 horas semanais, por si já é bastante exaustiva, fora as demandas que eles têm que é estar à frente de serviços de saúde, cuidando da saúde das pessoas, muitas vezes em situação de emergência, em UTI. Por isso, fazemos questão de recebê-los de forma diferenciada". Dib ainda explica que, ao longo do curso, os residentes contam com o apoio do NAPP, que trata de questões emocionais enquanto grupo