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Oficina: Dimensionamento de Pessoal na Bahiana
No dia 17 de agosto, das 8h às 17h, foi realizada a oficina sobre dimensionamento de pessoal de enfermagem, na Unidade Acadêmica Cabula da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública.

A programação reuniu docentes do estágio curricular supervisionado, da extensão do Programa Cuidar faz Bem e dos campos de prática da Bahiana, sendo fruto de uma parceria entre o Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (Coren-BA) e o curso de enfermagem da Escola, trazendo uma proposta de conduzir os acadêmicos formandos do 7° ao 9° semestre a exercitarem a elaboração do cálculo para dimensionamento de pessoal de enfermagem com base na legislação vigente, incentivando-os a agir criticamente frente às situações de inadequação do quadro de profissionais de enfermagem nas instituições.

Segundo a professora de enfermagem, Aidê Nunes, a coordenação do curso,  ministrado pela Prof.ª Cristiane Magali, vem refletindo junto com todos os docentes sobre a importância de fortalecer o processo formativo do aluno em relação ao mercado de trabalho. “O aluno de enfermagem tem uma carga horária de 4.000 horas, na qual ele vê um conjunto de teorias. Temos buscado refletir sobre as metodologias que são utilizadas e o real preparo desse aluno para esse enfrentamento. Essa parceria com o Coren-BA é muito valiosa pois reúne conselheiros e fiscais do conselho que estão trazendo para os alunos de enfermagem da Bahiana toda uma temática que, na verdade, tem um cunho político, pois nós enfermeiros não temos apenas um papel essencialmente técnico,  mas temos também um papel político e, conhecer a dinâmica de dimensionar recursos humanos para o cuidar, é essencial para a nossa práxis”, explica.

“O dimensionamento de pessoal é um dos ‘nós’ que o enfermeiro enfrenta no mercado de trabalho, que implica no cálculo da equipe necessária para oferecer um serviço de qualidade. Então, essa oficina vem  trazer esse assunto que é primordial no ambiente de trabalho, sendo que os enfermeiros precisam ter um conhecimento prévio e seguro sobre essa temática para que possam oferecer um serviço de excelência aos seus pacientes, bem como melhorar o processo de trabalho, evitando a sobrecarga tanto física quanto emocional da equipe como um todo”, relata a coordenadora supervisora dos campos de prática e estágios do curso de Enfermagem da Bahiana, Rosicleide Freitas.

Para o enfermeiro fiscal do Coren-BA, Antônio Carlos da Silva, é de suma importância para o futuro profissional de enfermagem ter uma noção de como ele irá enfrentar essa realidade na sua carreira profissional. “Nós temos hoje uma grande dificuldade em quantificar e qualificar a nossa assistência como profissionais de enfermagem e, quando promovemos esse tipo de oficina, pretendemos despertar o interesse do papel do enfermeiro no campo hospitalar fazendo com que ele repense como  irá fazer esse cálculo de dimensionamento no qual ele é extremamente cobrado, tanto pela prática do seu trabalho em si quanto pelos órgãos que vão solicitar para que ele administre esse cálculo”, relata.

“A Bahiana já é uma grande parceira nossa e estamos retornando aqui com essa oficina sobre dimensionamento de pessoal, um problema que aflige a enfermagem porque acaba implicando na qualidade tanto do serviço como da vida do profissional, levando-o  a cometer erros, sendo punido e, muitas vezes, fazendo até com que ele perca sua condição de trabalhar. Portanto, essa oficina ajuda a preparar os futuros enfermeiros a saírem da faculdade com uma visão precisa sobre essa temática, empoderando-se desse conhecimento prévio”, relata a conselheira do Coren-Ba e membro da Câmara Técnica de Ensino a Legislação, Engrácia Figueiredo.

Para Naiara Matos, aluna do 7° semestre do curso de Enfermagem da Bahiana, a oficina foi enriquecedora para sua formação profissional. “Já vimos essa abordagem no 7° semestre e a oficina ajudou bastante a relembrar alguns pontos sobre o dimensionamento de pessoas, pois é um assunto relevante na nossa profissão”, finaliza.

A programação, no primeiro momento, contou com uma abordagem teórica e revisões da legislação referentes à temática e, posteriormente, os acadêmicos puderam vivenciar a prática, projetando os cálculos dentro de contextos relacionados aos serviços onde estão se desenvolvendo os estágios curriculares.


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